16 de dez. de 2014

Kyss Mig (Kiss Me) - Legendado - Assistir Online - Filmes Lesbicos



Desculpem pela falta de atualização meninas.
  Um tempo atrás eu vi um filme lesbico lindo,com uma fotografia diferente,ele se chama Kyss Mig,vou deixar a sinopse dele e o link para assistir online legendado.



Sinopse: Mia e Frida se conhecem na festa de noivado dos seus pais. O pai de Mia, Lasse, vai se casar com a mãe de Frida, Elizabeth. Mia chega à festa com o namorado, Tim, com quem esta de casamento marcado. Para Mia não se sentir sozinha, a mãe de Frida pede a filha que seja gentil e amigável com a filha de seu noivo, nasce então uma conexão com consequências para a vida de todas as pessoas envolvidas.

Parte 1

Parte 2

23 de nov. de 2014

Série- Orange Is The New Black

Eu afirmo sem duvida nenhuma que Orange Is The New Black é a MELHOR série lésbica de todos os tempos,com uma comedia dramática pra ninguém botar defeito,um elenco maravilhoso,a série é recheada de historia marcantes e emocionantes,ahh duvido você não se apaixonar por Alex Vause (Laura Prepon) <3

          Sinopse >
               A série se desenvolve ao redor da história de Piper Chapman (Taylor Schilling), que mora em Nova York e é condenada a cumprir 15 meses numa prisão feminina federal por ter participado do transporte de uma mala de dinheiro proveniente do tráfico de drogas a pedido da sua ex-namorada, Alex Vause (Laura Prepon), que é peça importante num cartel internacional de drogas. O delito ocorreu dez anos antes do início da série e, no decorrer desse período, Piper seguiu sua vida tranquila entre a classe média-alta de New York, ficando noiva de Larry Bloom (Jason Biggs). Quando presa, Piper reencontra Alex (que menciona Piper em seu julgamento, causando sua prisão): elas reanalisam seu relacionamento e lidam com suas companheiras de prisão. Ao final da segunda temporada, resta a Piper o cumprimento de 8 meses de sua sentença.

31 de out. de 2014

Filme Lesbico Legendado- Monster-Desejo Assasino

Hey garotas,vocês gostam de filmes Dublados ou Legendados? A maioria que posto são legendados,porque eu prefiro assistir legendado,por isso preciso da opinião de vocês,ok ;)
também aceito sugestões de filmes e series.



Título Original: Monster


Elenco: Charlize Theron, Christina Ricci, Bruce Dern, Scott Wilson, Lee Tergesen


Direção: Patty Jenkins


Gênero: Drama/Suspense


Estréia: 2004

Sinopse:
Aileen Wuornos entrou para a história como a primeira serial killer dos Estados Unidos e, por seus crimes, acabou condenada à morte. Monster – Desejo Assassino vai muito além do relato dos assassinatos da criminosa. O filme é a história de duas pessoas solitárias que se encontram e vivem uma tensa e conturbada história de amor.


Filme Lésbico - A Verdade Sobre Jane ( The Truth About Jane ) Legendado


Sinopse: 

             Jane (Ellen Muth) é uma jovem de 15 anos que aparentemente é uma típica estudante de escola secundária. Ela é popular na escola e tem uma relação boa com seus pais, Janice (Stockard Channing) e Robert (James Naughton), mas sempre briga com seu irmão mais novo. Apesar de tudo isso Jane sempre se sentiu como se fosse diferente de algum modo das outras colegas do colégio, entretanto não sabe por qual razão. Quando uma jovem, Taylor (Alicia Lagano), se muda para a mesma cidade e se transfere para a mesma escola e classe de Jane, elas logo se tornam amigas inseparáveis. Jane sente que esta não é uma amizade comum.











Assista a esse filme >





13 de set. de 2014

Assexual: Uma Luta Pela 4º Opção Sexual


   Nem gays, nem héteros, nem bissexuais. Eles simplesmente não gostam de transar. A história de homens e mulheres que não sentem desejo, defendem a abstinência e lutam para ser reconhecidos como uma nova orientação sexual


  Hoje estou aqui para defender uma causa que eu acho justa,a Assexualidade ser uma 4º opção sexual (Assim como hétero,homossexual e bissexual).
   Assexualidade nada mais é do que a NÃO SENTIR ATRAÇÃO SEXUALMENTE POR OUTRAS PESSOAS ou seja a pessoa pode ter sentimentos por outra como por exemplo: Carinho,atenção,cuidado etc...mas a pessoa não sente atração física nem heterossexual nem homossexual (ou seja a pessoa não sente atração por homens ou por mulheres)

Engajados Jovens assexuados do mundo todo gravam
depoimentos para um canal de vídeos na internet
Michael Doré tem 28 anos e nunca beijou. Nem pretende. Beijos, carinhos e qualquer forma de contato íntimo lhe causam repulsa. “O sexo me enoja”, diz. “Sou um assexual convicto.” É quase impossível imaginar que um cara como ele, charmoso, bem-sucedido — é um matemático norueguês e PhD da Universidade de Birmingham, na Inglaterra —, sequer pense em transar. Ainda mais nos dias de hoje, em que sexo e orgasmo são quase uma obrigação. E, antes que você se pergunte o que há de errado com Michael, ele mesmo responde: “Não, não sou gay, não fui abusado na infância, nem tenho problemas hormonais. Eu simplesmente não gosto de transar”. Assim como ele, a pedagoga mineira Rosângela Pereira dos Santos, o bancário americano Keith Walker e uma legião de assexuados dos mais diferentes cantos do planeta começam a sair do armário. São homens e mulheres de todas as idades, perfeitamente capazes de fazer sexo, mas sem nenhum apreço pela coisa. Gente que, graças ao apoio da Aven (Asexual Visibility and Education Network), rede que luta pela visibilidade dos assexuados no mundo, conseguiu se unir para levantar a bandeira da abstinência e lutar para que a assexualidade seja reconhecida como uma quarta orientação sexual (além de héteros, homossexuais e bissexuais).



Em ação Líder da rede Asexual Visibility and Education Network (Aven) em Manchester, Inglaterra


Sob o slogan “It’s o.k. to be A” (algo como “tudo bem ser assexuado”), essa turma tem frequentado as passeatas gays de Nova York, São Francisco, Londres e Manchester. No grupo, lutando contra o preconceito em relação aos que não gostam de transar, há desde aqueles que nunca tiveram uma relação sexual na vida, até os que fazem sexo por obrigação, para não perder o parceiro. “Por assexual entende-se apenas aquele que não sente atração sexual, não o que não é capaz de se envolver”, explica a socióloga Elisabete Oliveira, que fez do assunto tema de seu doutorado na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo. “Existem os assexuais românticos e os não românticos. O primeiro grupo consegue se apaixonar, casar e até ter filhos —         desde que não haja sexo envolvido.O segundo não gosta de carinhos e não se sente apto a se   apaixonar.”



Esses dois grupos também podem ser classificados como libidinosos ou não. “Ser assexual não significa, necessariamente, não ficar excitado”, afirma o bancário americano Keith Walker, 37 anos. “Muitos de nós se masturbam, mas não estabelecem relação entre isso e o sexo. É apenas uma maneira de relaxar e aliviar o stress”, diz. Segundo a psicóloga paulista Tânia Mauadie Santana, hoje é comum que a energia que antes era sexual seja canalizada para outras áreas da vida. “A libido é uma energia vital, o que não necessariamente se manifesta só nos órgãos sexuais. O desejo pode ser direcionado para o trabalho, a comida e as atividades físicas”, diz.
Com as recentes investidas no chamado Viagra feminino
— comprimido à base de flibanserina que promete devolver a libido à mulher que a perdeu e apresentá-la a que nunca teve —, a comunidade médica tem falado muito em “desejo sexual hipoativo”. O termo, catalogado há mais de 30 anos pela Organização Mundial da Saúde como uma “disfunção sexual”, tem conotação pejorativa para assexuados, que, com razão, não querem ser vistos como doentes. “Quem pratica sexo costuma ter humor melhor, pois o ato libera hormônios de ação antidepressiva. Mas a falta dele não chega a ser um problema de saúde. Ninguém vai morrer por isso”, afirma Tânia Santana. Segundo o psiquiatra Alexandre Saadeh, a assexualidade só requer tratamento quando gera sofrimento. “Se a falta de desejo ou o excesso dele impedir alguém de ser feliz, aí, sim, deve-se falar em tratamento. Caso contrário, não há por quê”, afirma o médico.
Para mostrar (e entender) que é possível ser feliz sem sexo, Marie Claire se cadastrou em redes e sites de relacionamento onde assexuais trocam ideias, causas e bandeiras. No Brasil, o site Refúgio Assexual, criado pelo pernambucano Julio Neto, de 19 anos, é o principal local de convergência dessa turma. “Muitos chegam aos fóruns com sentimento de culpa. É compreensível. Na sociedade em que vivemos hoje, em que se usa o sexo para vender de geladeiras a refrigerantes, é quase um crime não querer transar”, diz ele. Nas próximas páginas, você confere dilemas, embates, questionamentos e conquistas vividos por assexuais do mundo todo.

Eles vestem a camisa O matemático Michael Doré (à dir.)
 com a irmã, durante passeata GLBT

“Cheguei a pensar que fosse gay” - Michael John Doré, 28, matemático

“Até os 11 anos de idade, eu e meus amigos éramos todos parecidos, brincávamos das mesmas coisas e tínhamos ‘nojo’ de beijo de língua e sexo. Aos 12 anos, esses mesmos garotos passaram a ficar fascinados por mulheres. Falavam sobre elas o tempo todo, idealizavam como seria transar e folheavam revistas de sacanagem. Eu não conseguia entender o que, de uma hora para outra, havia mudado tanto entre eles. Na minha cabeça, havia a possibilidade (e a esperança) de que, cedo ou tarde, eu também fosse me sentir como eles. Cheguei a pensar que era gay. Mas, se as mulheres não me atraiam sexualmente, os homens, muito menos. Então, aos 16 anos, quando todos meus amigos e amigas só falavam e pensavam em sexo, passei a me considerar assexual. E, temendo o estranhamento das pessoas, guardei comigo esse segredo.Ainda assim, vivi vários episódios de bullying na escola. Estranhando minha falta de interesse nas garotas, meus colegas de classe me excluíam da turma, pegavam no meu pé e diziam que eu era gay — o que, para mim, era ainda mais dolorido. Dez anos se passaram entre a minha ‘autodescoberta’ e a minha capacidade de revelar isso aos amigos mais próximos. Foi um período muito complicado, pois eu não só tinha de lidar com minha assexualidade, algo que nem entendia direito, como me apontavam como algo que eu não sou. Com o tempo, entendi que pessoas ignorantes não conseguem diferenciar homossexualidade de assexualidade.




Romance sem sexo A pedadoga
 Rosângela gosta de namorar,
mas não encontra parceiro assexual
       Em julho deste ano, decidido a participar da parada GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros) de Londres, com um grupo de assexuais que luta pelo direito de não transar, abri a verdade para minha família. Eles me deram muito apoio e ficaram felizes por mim. Minha irmã, inclusive, decidiu ir comigo a uma parada GLBT em Manchester, um mês depois. Acho que a pergunta que eu mais ouço quando conto que sou assexual é: ‘Por que você tem a necessidade de se definir dessa forma?’. Pelo simples motivo de que gosto de entender quem eu sou. A maioria das pessoas — assexuais ou não — também pensa assim. Muitos encontram alívio quando descobrem que não estão sozinhos, que não são únicos. Além disso, me assumir como assexual e participar ativamente da comunidade é um bom jeito de conhecer parceiras assexuais. Eu sou um assexual romântico — teria um relacionamento com uma mulher. Mas ela deve ser, necessariamente, assexual também. O sexo para mim é repulsivo e eu só me relacionaria com uma pessoa que não me cobrasse qualquer tipo de contato íntimo. Nunca na minha vida fiquei ou transei com uma garota. Em nenhum momento da minha vida, até aqui, tive vontade. Nem a menor curiosidade.”




    Eles podem  se           apaixonar e até transar,mas não sentem prazer nenhum
“Odiei o sexo desde a 1ª vez” - Rosângela Pereira dos Santos, 32 anos, pedagoga
“Tenho 32 anos, estou solteira e sou formada em pedagogia, mas trabalho em um projeto ambiental do estado de Minas Gerais. Fui filha única até os 23 anos de idade, quando nasceu meu irmão do segundo casamento da minha mãe. Coincidência ou não, foi nesse mesmo ano que perdi minha virgindade. Fui uma adolescente tardia. Até os 14, brincava com Barbies — hoje, algo impensável para a nova geração. Mas não foi por isso que demorei para transar. Sempre desconfiei que havia algo diferente comigo. Não sentia o prazer que minhas amigas diziam sentir quando saíam com rapazes. Achava que tinha algum tipo de problema e, por ser muito jovem, não conseguia conversar sobre isso com ninguém. Sofria sozinha. E, como imaginei que aconteceria, odiei o sexo desde a primeira vez. Foi com um namorado da época. Eu gostava dele, adorava beijá-lo, fazer e receber carinho... Teoricamente, todos os ingredientes necessários para dar certo. Mas, sem sexo, não deu. Por mim, passaria o resto da vida sem transar e seria feliz! Mas gosto de namorar e, infelizmente, é quase impossível encontrar — pelo menos aqui no Brasil — alguém igual a mim. Até por isso não consigo entrar em um relacionamento sério há cinco anos. Isso significaria enfrentar uma pressão enorme para transar e, fatalmente, me deixaria infeliz. Sei que meu problema não é físico. Já fui a médicos, fiz várias contagens hormonais e não há absolutamente nada errado comigo.
Eventualmente, eu até transo. A última vez aconteceu há três meses. O rapaz não é meu namorado, mas gosto bastante dele. É uma ótima companhia. Gosto dos homens e sei que posso perfeitamente me apaixonar. Curto sair para jantar, ir ao cinema, tomar cerveja, fazer carinho, beijar bastante... mas não suporto qualquer tipo de contato sexual. Tudo que envolve a genitália me incomoda e é extremamente desagradável: sexo oral, penetração... tanto que nunca tive um orgasmo enquanto transava. Por outro lado, a masturbação não é um problema para mim. Sou perfeitamente capaz de atingir o orgasmo me
estimulando sozinha. É uma ótima forma de aliviar o stress do dia a dia, sem nenhuma conotação sexual.
Antes, o termo “assexual” no Google só trazia artigos sobre bactérias
Nas poucas vezes em que tentei falar sobre o assunto com pessoas próximas, sei que me rotulavam como o estereótipo de garota esquisita, complexada, isolada, coisa que eu não sou! Não foram momentos fáceis. Hoje em dia, só amigas mais íntimas sabem de minha ‘situação’. Faz pouco tempo, cerca de um ano, que finalmente me descobri como assexual. Foi através de pesquisas na internet: procurando entender melhor meu comportamento ‘diferente’, encontrei, em fóruns de discussão, pessoas como eu. Percebi que não estava sozinha! Apesar de ser um alívio pessoal, sei que não posso falar sobre esse assunto com qualquer pessoa. Minha família, por exemplo, não faz ideia do que seja a assexualidade — e tenho certeza que a maior parte dos brasileiros também não. Até cinco anos atrás, por exemplo, ao digitar a palavra “assexual” no Google, só apareciam artigos sobre amebas e bactérias.”
“Fico excitado. só não sinto o mínimo tesão” - Keith Walker, 37, bancário
“Descobri que sou assexual há seis anos. Meu primeiro casamento tinha acabado de terminar. Ficamos quatro anos juntos, mas, nesse tempo todo, só transamos umas cinco vezes. Depois de casarmos, no entanto, minha ex-mulher não conseguiu mais lidar com minha falta de interesse em sexo. E, para falar a verdade, eu também não. Me sentia como um peixe fora d’água, não só pela cobrança de minha mulher, mas porque todos os meus amigos e familiares tinham uma vida sexualmente ativa e, como a maioria das pessoas, viviam falando disso. Não sou impotente. Pelo contrário, ficar excitado é algo perfeitamente normal para mim, basta concentração. O que não tenho é tesão. A ejaculação, para muitos assexuais, é uma simples forma de alívio físico. E é justamente o que acontece comigo. Eu era apaixonado pela minha ex-mulher, mas não sentia desejo por ela (como não sinto, aliás, por ninguém). Não conseguimos entrar em um acordo saudável para ambos, e o relacionamento terminou. A partir daí, resolvi procurar apoio na internet, buscando pessoas como eu e, assim, fazer parte de um grupo, finalmente.
Mas não foi o que aconteceu. Pelo menos não no princípio. Como eu nunca tinha ouvido falar em assexualidade — nem a palavra era familiar —, acabei entrando para um grupo de celibatários. Nunca achei que pudesse ser gay, pois sempre me apaixonei romanticamente por mulheres, só não tinha vontade de fazer sexo com elas. Não demorou para que eu descobrisse que os celibatários eram pessoas completamente diferentes de mim: tinham desejo sexual, mas o reprimiam por motivos religiosos. Eu não, eu simplesmente não tinha vontade de fazer sexo. Não sentia tesão. Ou seja, nem lá eu me encaixava. Mas foi graças a um dos rapazes que eu conheci no grupo que descobri minha tribo. Percebendo minha total falta de libido, ele me falou sobre os assexuais, o trabalho da rede Aven e sugeriu que eu procurasse o grupo.
No Brasil, 9% das mulheres não acham o sexo importante para o casamento
Moro em Washington e trabalho em um banco. Até antes de encontrar a Aven, quase não conversava com meus colegas sobre minha condição ‘diferente’ da maioria. Não é fácil lidar com um assunto que nem eu próprio tinha conhecimento. As poucas pessoas com as quais falava disso até tentavam me ajudar. Mas, no fundo, só atrapalhavam. Entendiam o que eu sentia, e cedo ou tarde, tentavam me ‘converter’ — como se essa fosse uma escolha minha. E não é. A única certeza que sempre tive é que sou heterossexual. Sei que muitos assexuais heterossexuais são questionados sobre sua orientação. Há um senso comum de que quem não gosta de sexo só pode ser gay — e reprimido. Mas isso é puro preconceito. Sou perfeitamente capaz de me apaixonar. E só me apaixonei por mulheres até hoje. Já fiz sexo muitas vezes, em especial quando estava na faculdade. Fazer sexo é algo que se espera de um homem jovem, estudante, que mora sozinho. E foi o que acabei fazendo durante os relacionamentos que tive na época. Transei não por desejo, mas por me sentir na obrigação de cumprir um ‘ritual’ presente em todos os namoros.
Foi só quando conheci a Aven — e, através dela, tive contato com pessoas parecidas comigo — que descobri que não precisava mais me sujeitar a isso. Há mais gente no mundo que, assim como eu, detesta sexo. Essas pessoas me entendem e aceitam. Tanto que foi através das reuniões e debates promovidos pela Aven que conheci minha atual mulher, uma moça linda e doce, sem a qual hoje não me imagino. Assim como eu, ela é assexual sem libido. Nos gostamos muito e, eventualmente, trocamos beijos e carícias, sem qualquer apelo erótico. É um amor tão lindo e tão puro que a cerimônia de nosso casamento, há três anos, foi transmitida em tempo real pelo da Aven — decisão que tomamos juntos para trazer mais visibilidade para nossa causa.
Bandeira Assexual

Somos muito felizes e até falamos em filhos. Se decidirmos ter filhos naturais (e não adotivos), não vejo por que não fazer sexo para engravidar. Nesse caso, não estaríamos nos divertindo — estaríamos apenas procriando. Não sou incapaz de fazer sexo. Pelo contrário, é uma opção não praticá-lo. E isso é muito libertador.”





20 de ago. de 2014

Top 5 Lésbicas Que Você Pode Namorar

Oie amores,aqui está uma lista com 5 lésbicas que você pode namorar no decorrer da vida..

1º Uma das lésbicas que você vai namorar é a lésbica narniana,a garota que ainda não saiu do armário,ou seja quando vocês estiverem juntas em publico ela não vai querer que você toque nela,porque amigas não se tocam.


2º A lésbica caminhoneira,aquela toda machão,cabelo curto,roupas de homem que te defende de todos os perigos e faz você se sentir segura .


3º A Bissexual,(eu sou bissexual heu) no namoro com uma bissexual você fica com medo dela tá olhando pra um homem,dela te trocar por ELE ,no sexo você tem medo dela achar que falta alguma coisa,mas na moral se ela ta com você é porque ela gosta de você.



4º Você também irá namorar com a lésbica crazy eyes,quem assiste Orange Is The New Black sabe do que eu to falando, a lesbica crazy eyes não é nada mais do que aquelas garotas malucas que acha que porque pegou na sua mão já ta casada,aquela ciumenta que não desgruda.


5º A lésbica vegetariana, e além de vegetariana ela ainda é feminista ,ela vai em todas as manifestações e você já teve que tirar ela da cadeia 4 vezes.


BÔNUS (igual em jogo,acaba tendo um bônus,um extra,uma coisinha a mais)



6º A lésbica mãe de seus filhos,a garota do seus sonhos,complicada mais perfeitinha  A MULHER DA SUA VIDA .



Top 10 Mitos Sobre Lésbicas

Desculpem pela falta de atualização do blog,estou bem preguiçosa e ocupada ultimamente,mas aqui estou eu novamente a escrever rs

1- Lésbicas sabem tudo sobre lésbicas.
Sqñ,pra mim esse é o mais mito de todos, não sei se porque eu tenho uma enorme dificuldade pra entender o que as lésbicas (e as mulheres em geral) querem afinal. Do que elas gostam? o que elas querem? Todas nasceram assim? e todas essas perguntas que a gente só sabe responder sobre a gente mesma e que não existe um padrão.




2- Lésbicas são vegetarianas.
Esse e um mito que sempre me intrigou porque eu conheço algumas lésbicas vegetarianas, algumas vegetarianas que não são lésbicas e muitas lésbicas que não são vegetarianas. Eu por exemplo não sou, sou super carnívora.Mas sim, é apenas um mito, acho uma bobeira quererem criar um certo padrão de comportamento.




3- Lésbicas amam gatos.
Esse amor por gatos é um clichê muito famoso, inclusive  sobre Gay Potential, esse é um dos quesitos citados pela Cat. Mais uma vez acho que o erro é querer colocar todas as lésbicas em uma caixa.



4- Lésbicas odeiam homens.
Esse é o mito mais absurdo. Não ter atração não significa odiar é apenas não ter atração.






5- Uma das meninas é "o homem" em um casal lésbico.
O relacionamento lésbico é um relacionamento entre duas MULHERES que gostam de MULHERES, não, a gente não brinca de teatro nem interpreta nenhum papel, ninguém é o homem da relação porque não existe um homem na relação.





6- Lésbicas masculinas querem ser homem.
NÃO! Lésbicas masculinas (dykes) querem ser exatamente isso: lésbicas masculinas,ela nasce do sexo feminino por opção escolhe ser lesbica e por opção escolhe "agir e se vestir como homem" mas não significa que ela quer ter pinto,eu sou tão lesbica que não queria um pinto nem dentro nem fora de  mim u.u




7 - Toda lésbica adora receber e é ótima em fazer sexo oral.
Preferencias sexuais são totalmente individuais. Ser lésbica não garante que a menina seja boa ou goste de fazer sexo oral é apenas uma questão de preferência.





8- É mais fácil estar em um relacionamento lésbico do que em um heterossexual, porque é mais fácil de uma mulher entender a outra.
Cada pessoa tem o seu jeito, seus gostos, suas manias e os relacionamentos são difíceis exatamente por isso. Na minha opinião as mulheres tendem a ser mais complexas, mas mesmo assim, sou contra essas generalizações.




                                       

9- Lésbicas se identificam com lésbicas.
Muita lésbica não gosta do mundo/cultura lésbica. Algumas preferem o mundo gay, outras preferem a diversidade e a mistura entre lésbicas, gays, heterossexuais, LGBT... enfim O MUNDO



10- Existe um motivo pra alguém ser lésbica, gay, bissexual, transexual, transgênero,etc..
NÃO! não existe um motivo específico para uma lésbica ser lésbica as pessoas simplesmente nascem como são.





27 de jul. de 2014

Pergunte Às Bee Canal Lésbico do Youtube

Oie gente,eu achei esse canal muito interessante e engraçado,se chama PERGUNTE ÀS BEE 
nesse video muito divertido fala sobre 10 vezes que damos pinta de lésbica na infância.eu me identifiquei muito u.u


25 de jul. de 2014

História: Um Amor Impossivel

Contem Spoiler as cenas são do filme ASSUNTO DE MENINAS






aconselho a assistir o filme,muito lindo
Então vou deixar o link do  filme legendado já que não consegui postar.









Uma historia de amor linda entre duas meninas em um colegio interno, onde elas se deparam com o preconceito. Esse filme é surpreendente, para quem gosta de amor e paixão forte.
Assunto De Meninas

















O filme tem a Piper Perabo, uma atriz que eu amo muito ♥ tem um outro filme dela muito lindo com tema lésbico que vou deixar aqui também
Imagine Eu e Você




23 de jul. de 2014

True Love - 1x3 Holly - Legendado

True Love (Amor Verdadeiro) é uma serie que conta a cada episodio uma nova história no ep 3 conta  aquela antiga história de amor entre professora e aluna,eu achei muito boa,recomendo!


                       Spoiler :3 tem um final feliz que não é oque sempre ocorre em filmes lésbicos

Amigas de Colégio (Fucking Amal) -Legendado

Sinopse: Na pacata Åmål, Elin é a garota mais cobiçada do colégio. Já Agnes é novata na cidade. É inteligente, culta,e não se identifica com a turma. Seu diário revela que seus desejos e paixão platônica pertencem a Elin. Quando esta chega para a frustada e vazia festa de aniversário de 16 anos, Agnes se recompõe, e mais tarde, choca-se com a atitude de Elin que, inesperadamente, lhe dá um beijo. A partir de então, uma crise de identidade e opção sexual passa a fazer parte da intimidade das duas garotas, que se vêem apaixonadas, mas não sabem como assumir a relação.


22 de jul. de 2014

t.A.T.u - All The Things She Said



Tina e Aom

Espero que Gostem ^^.Xo 


Beijo de Kim e Pie

Fofas ;'( Perfeitas tem até uma cena de beijo deletada do Yes Or No 2 


Xena e Gabrielle

Xena-A Princesa Guerreira Quem não Lembra? Eu era Muito Nova Quando vi o Primeiro Beijo Das Duas, Lembro que Fiquei Sem Entender ,Fiquei Tipo:Isso Pode?  OMG Elas são Muito Fofas eu Odiava a Xena Com o Hercules ou Qualquer Homem,Ficava Pensando Comigo Mesma Xena e Gabrielle tem Que Ficar Juntas ♥

Shane The L Word

Shane e Suas "Namoradas" Shane sedutora ç.ç ♥

Girlfriends da Emily

As Namoradas De Emily O.o Emi Pega Geral ,Pega Mais Que Homem
Paily Forever .XO


Paily

Emily e Paige Beijaç'oo'
♥     ♥    ♥

Emily e Paige

Momentos e Beijos Paily xD


Beijo Emily e Paige

Paily Shipper *--* Beijo Das Divas ♥ Minhas Lindas ♥
Espero que gostem.XO


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